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	<description>Recruiting Leaders for the Future</description>
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		<title>Um Rio acima do nível do mar</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 19:04:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Meneses</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Profissões]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito se fala que o Brasil é um país em expansão econômica e que também ocupa a posição de “bola da vez” no cenário mundial. Não há como discordar disso, e cabe a nós brasileiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala que o Brasil é um país em expansão econômica e que também ocupa a posição de “bola da vez” no cenário mundial. Não há como discordar disso, e cabe a nós brasileiros aproveitarmos este momento e ajudar que nosso país evolua de potencial à potência.</p>
<p>Dentro deste contexto, o Estado do Rio de Janeiro, segunda maior economia do Brasil, vem também ganhando cada vez mais importância, buscando construir uma economia diversificada e atraindo um enorme montante de investimentos em vários setores. Além de ser uma realidade, tal diversificação passa a ser essencial, uma vez que com a aprovação da redistribuição dos royalties petrolíferos, os estados produtores perderão na casa de R$ 1 Bilhão de 2011 para 2012. Portanto, a economia fluminense precisará se reinventar definitivamente. Possível? Sinceramente entendo que sim&#8230; Aliás, se há um momento melhor para virar esta chave, entendo que seja agora.</p>
<p>Desde meados dos anos 90, a economia relacionada à extração de petróleo e gás no Rio de Janeiro cresceu mais de 1.000% e como resultado disso, o índice de geração de empregos no Estado teve um aumento significativo. O que vem dificultando o preenchimento dessas vagas é a especialização que o setor exige do profissional.</p>
<p>Mas se na última década as empresas do setor de Óleo e Gás conseguiram atrair a atenção dos executivos com propostas de trabalho muito boas (tanto em termos financeiros como em desenvolvimento de carreira), neste momento começam a surgir dificuldades de atratividade. Nos últimos meses tenho observado com relativa frequência que grande parte das empresas do setor tem oferecido propostas abaixo da expectativa dos candidatos.  É uma espécie de contragolpe por parte daqueles que durante algum (e bom)  tempo se tornaram “saco de pancadas” nesta briga e dentre estes, destacamos os setores de Mineração, Siderurgia, Construção, Auto-Peças, Bens de Capital, Shopping Centers, Farmacêuticas e até mesmo Instituições Financeiras.</p>
<p>É importante dizer que em Janeiro de 2012, o escritório fluminense da Asap obteve um resultado 60% maior que o mesmo período de 2011. Contribuíram efetivamente para este resultado, além de óbvias empresas do setor de O&amp;G, clientes dos setores de Construção, Shopping Centers, Logística, Seguradoras, Cosméticos, Instituições Financeiras, Telecomunicações (que vive novamente um boom de investimentos) e Turismo.</p>
<p>Esta diversificação é uma tendência que devemos observar ao longo dos próximos anos, já que estudos apontam que os investimentos no Estado devem ser da ordem de R$ 250 bilhões até 2016, quando ocorrerão os Jogos Olímpicos. Além de empreendimentos turísticos por todo o Rio, temos no radar ampliação de rodovias, inauguração de plantas automotivas, dragagem de importantes portos, abertura de estaleiros, siderúrgicas, complexos petroquímicos, inauguração de novas linhas do metrô e grandes complexos esportivos. Acompanhando todo este movimento, vem a reboque o investimento na infraestrutura necessária que suportará todas estas ações.</p>
<p>Dito isto, ainda há alguma dúvida que realmente existe um Rio acima no nível do mar? Para mim, não!</p>
<p>Um abraço,</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Não empurre sua carreira com a barriga!</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 15:22:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karine Ruas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Profissões]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Em conversas com profissionais que retornaram da licença maternidade, os questionamentos, inseguranças são sempre muito parecidos. Muitas mulheres adiam a maternidade pensando na carreira, no sucesso profissional.  Mas acreditem! É possível encontrar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Em conversas com profissionais que retornaram da licença maternidade, os questionamentos, inseguranças são sempre muito parecidos. Muitas mulheres adiam a maternidade pensando na carreira, no sucesso profissional.  Mas acreditem! É possível encontrar o equilíbrio!</p>
<p>Fácil não é e falo por experiência.  Hoje, como mãe, sou uma pessoa melhor.  Aprendi a ser mais tolerante, corajosa, flexível, organizada, administro melhor meu tempo. Tudo que faço é com intensidade, não posso perder tempo. Ele é precioso.</p>
<p>Ah! Não consigo fazer tudo sozinha, aprendi também a pedir ajuda e ela é sempre muito bem vinda!</p>
<p>Enfim muita coisa mudou, e mudou para melhor!  E estas mudanças refletem de maneira positiva na minha vida profissional. Posso ser mãe, mulher e profissional! Há momentos que parece que vou enlouquecer, mas no final tudo dá certo, sempre tem uma solução. Flexibilidade e compreensão do local que trabalhamos também são fundamentais para que tudo dê certo!</p>
<p>Acho bacana e respeito mulheres que optam e podem parar de trabalhar para dedicar-se a maternidade, mas não me vejo abrindo mão da minha carreira. Sou muito feliz exercendo meus diversos papéis!</p>
<p>Por isso, acreditem!  É possível conciliar a maternidade e uma carreira de sucesso</p>
<p>Abraços,</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mercado Automotivo: Engenheiros, o que vem pela frente?</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 16:21:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cintia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Profissões]]></category>
		<category><![CDATA[Engenheiros]]></category>
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		<category><![CDATA[Mão de Obra]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Automotivo]]></category>

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		<description><![CDATA[  Ouvimos diariamente de nossos candidatos que o mercado está aquecido. Ao questionarmos sobre a participação em projetos, muitos relatam atuar em mais de dois processos seletivos concomitantemente. Porém, notamos cada vez mais a ausência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span>Ouvimos diariamente de nossos candidatos que o mercado está aquecido. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span>Ao questionarmos sobre a participação em projetos, muitos relatam atuar em mais de dois processos seletivos concomitantemente. Porém, notamos cada vez mais a ausência de mão de obra capacitada e bem desenvolvida para o segmento automotivo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span>Não é novidade que durante anos nossos Engenheiros foram atraídos por outros segmentos, como Bens de Consumo, Indústrias Farmacêuticas, ou mesmo Mercado Financeiro e Consultorias. </span><span>A questão vai além de como podemos formar uma mão de obra capacitada, mas para onde eles estão indo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span>Isto nos remete a uma realidade mais impactante de que o mercado está aquecido. Nossa economia está prosperando e sendo alvo de investimento de diversos continentes. Mas o que isso quer dizer? Quando se trata do segmento automotivo, englobando montadoras e auto peças, temos um cenário próspero e com um cenário que nos leva a uma rede propulsora de investimentos. As montadoras, que até então eram importadoras, estruturam a instalação e/ou a possibilidade de fábricas no Brasil, com leis de incentivos tributários, assim cresce o investimento na ampliação de produção de auto peças para abastecer estas linhas de produção.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span>Deste crescimento, 70% dos investimentos do segmento automotivo será oriundo das montadoras. Esse grau de investimento puxa por sua vez o mercado de reposição, que representa 14,7%, tendo em vista a perspectiva  de que os produtos desenvolvidos por estas montadoras precisaram de peças que componham o mercado de peças direcionadas a esta frota. Esta formulação favorece o mercado nacional diminuindo o volume de importações. O consumidor, por sua vez, terá acesso a produtos menos tributados e com qualidade semelhante e/ou até mesmo superior. (Fonte: Tendência – Consultoria Integrada e Carta da Anfavea)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span>Como desenvolver essas novas tecnologias? Como contratar profissionais que sustentem tais investimentos e propaguem boas práticas de mercado? Precisamos ser competitivos em tecnologia, em mão de obra e em sustentabilidade deste crescimento! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span>Além do aumento de investimentos, incentivo tributário, temos a adequação a novas normas de políticas ambientais, neste sentido investe-se na modernização da produção, na adequação dos automóveis as novas condições de emissão de poluentes. Por isso pessoal, fiquem atentos ao que nossos clientes buscam: profissionais pró ativos, com espírito inovador, boa formação, um “quê” empreendedor. E por fim, é claro: Não deixe de investir no inglês! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span>Abraços,</span></p>
<p><span style="font-size: small"><strong><span>Contribuição: Ingrid Marquardt de Araújo</span></strong><em><strong><span> &#8211; Researcher</span></strong></em></span><strong></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O nada a gente já tem!</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 16:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Haag</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<category><![CDATA[arrecadação tributária]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Com extrema frequência o Rio Grande do Sul é considerado para receber investimentos externos. Contudo, infelizmente com muito pouca frequência eles se concretizam. Li recentemente, que estamos pouco competitivos com relação a outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Com extrema frequência o Rio Grande do Sul é considerado para receber investimentos externos. Contudo, infelizmente com muito pouca frequência eles se concretizam.</p>
<p>Li recentemente, que estamos pouco competitivos com relação a outros estados no que se refere a incentivos fiscais. Nossa arrecadação de ICMS é deficitária e com as perspectivas de quebra de safra o cenário é nebuloso.</p>
<p> Todavia, o nada a gente já tem!</p>
<p>O ponto de vista, e a vista de um ponto, e no ponto que estou, vejo ser muito mais vantajoso manter a arrecadação deficitária com uma grande fábrica instalada do que manter a arrecadação deficitária sem uma grande fábrica instalada.</p>
<p>É preciso levar em consideração o efeito multiplicador da renda e do emprego que os investimentos proporcionam.</p>
<p> A arrecadação tributária tende a ser compensada, de outras formas, com aumento do consumo, serviços, etc. O melhor exemplo que temos é o complexo da GM. O Paraná que há anos atrás se posicionou de maneira agressiva atraiu empresas como Volvo, Audi, Volksvagem, Nissan, Renault, Electrolux, Bosch, Case New Holand, entre outras. Recentemente o PIB paranaense superou o gaúcho!</p>
<p>Mas tem um agravante: além de atrairmos poucos investimentos, uma série de empresas sediadas no Estado buscam outras regiões para instalarem suas operações! As razões são várias, dentre elas, a falta de mão de obra qualificada  e acreditem: não falamos inglês!!!</p>
<p>Desta forma, o País Rio Grande do Sul, como gostamos de nos denominar, está de fato se tornando apartado do resto do Brasil!</p>
<p>Enquanto o Brasil cresce, ficamos parados no tempo!</p>
<p>Um abraço,</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Contratações devem continuar em alta em 2012!</title>
		<link>http://www.asapexec.com.br/2012/01/contratacoes-devem-continuar-em-alta-em-2012/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 18:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Asap</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comemorar]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Profissões]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Feliz 2012!  Fechamos o ano de 2011 com grandes resultados. Isso mostra que a economia aquecida manteve o investimento das empresas em capital humano. Para 2012, nossa previsão de crescimento é de 38%. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Feliz 2012! </p>
<p>Fechamos o ano de 2011 com grandes resultados. Isso mostra que a economia aquecida manteve o investimento das empresas em capital humano. Para 2012, nossa previsão de crescimento é de 38%.</p>
<p>As contratações tiveram maior destaque na Indústria (39%), seguida de Mercado Financeiro(32%), Bens de Consumo (16%) e TI/Telecom (12%).  Percebemos que as empresas buscaram um perfil mais arrojado, empreendedor, cabendo a esses profissionais o desafio de implementar novas estratégias nas companhias em uma economia cada vez mais demandante. E essa caracteristica deve se acentuar em 2012!</p>
<p>Em 2011, inauguramos mais duas operações e chegamos a nove escritórios: São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Vitória. São Paulo lidera os projetos, seguido pelo Rio de Janeiro. Nossa capilaridade  é essencial para entendermos a realidade de cada mercado e o perfil dos profissionais de cada região. A troca de informações das regionais ajuda a entregarmos o que as empresas buscam.</p>
<p>Entre as posições de destaque, a Engenharia continua como o grande desafio do mercado. De 2010 para 2011, registramos um crescimento de 75% na demanda por estes profissionais, para atuação em diferentes áreas como Bens de Consumo, Indústria, Infraestrutura, TI e Telecom. Executivos da área de tecnologia também foram muito requisitados, e o Mercado Financeiro foi onde surgiram as maiores oportunidades.   Ainda no Mercado Financeiro, Bancos Comerciais tiveram uma grande demanda no segmento de média gerência, respondendo por 85% dos nossos projetos.</p>
<p>Começamos o ano muito otimistas e com a certeza que teremos muitas razões para celebrar!</p>
<p>Abraços,</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É tempo de celebrar!</title>
		<link>http://www.asapexec.com.br/2011/12/e-tempo-de-celebrar/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 18:52:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Asap</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comemorar]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós da Asap temos uma mensagem para você ! Acesse http://www.youtube.com/watch?v=gtQAljTRRDY Abraços,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós da Asap temos uma mensagem para você !</p>
<p>Acesse <a href="http://www.youtube.com/watch?v=gtQAljTRRDY">http://www.youtube.com/watch?v=gtQAljTRRDY</a></p>
<p>Abraços,</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Você está preparado?</title>
		<link>http://www.asapexec.com.br/2011/12/voce-esta-preparado/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 19:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Zanin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Profissões]]></category>
		<category><![CDATA[executivos]]></category>
		<category><![CDATA[expansão]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi Pessoal, O setor de Tecnologia da Informação vem apresentando constante crescimento no Brasil. Nem a crise internacional, nem o desaquecimento da economia brasileira devem abalar esse cenário. Segundo estimativa da consultoria IDC Brasil o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Pessoal,</p>
<p>O setor de Tecnologia da Informação vem apresentando constante crescimento no Brasil. Nem a crise internacional, nem o desaquecimento da economia brasileira devem abalar esse cenário. Segundo estimativa da consultoria IDC Brasil o setor deve registrar expansão de 10% a 12% no próximo ano (<a href="http://www.entetecnologia.com.br/novidades/mesmo-com-crise-segmento-de-ti-deve-crescer-dois-digitos-em-2012">http://www.entetecnologia.com.br/novidades/mesmo-com-crise-segmento-de-ti-deve-crescer-dois-digitos-em-2012</a>)</p>
<p>Aliado a isso, conversando com executivos da área de TI, notamos que um novo perfil profissional se constrói. Se antes os profissionais contribuíam apenas nas questões tecnológicas, atualmente, colaboram estrategicamente, inovando e rentabilizando o negócio.</p>
<p>A demanda por esse novo perfil, está fazendo com que os profissionais busquem cursos voltados para o negócio, como Finanças, Administração de Empresas e Gestão, com o objetivo de desenvolverem outras habilidades além das técnicas.</p>
<p>No setor, destacam-se aqueles executivos preparados a tomar decisões estratégicas, alinhando os objetivos de TI às estratégias do negócio. São profissionais orientados a custos e que possuem boas técnicas de negociação.</p>
<p>Diante desse novo cenário,  pergunto: Você está preparado?</p>
<p> Abraços!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Brasil é classificado como &#8220;BBB&#8221; para investimentos</title>
		<link>http://www.asapexec.com.br/2011/11/brasil-e-classificado-como-bbb-para-investimentos/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 12:28:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Asap</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Standard & Poors]]></category>

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		<description><![CDATA[Como anunciado pela agência de classificação Standard &#38; Poor&#8217;s no meio da tarde de ontem, o Brasil teve sua nota de crédito elevada de -BBB para BBB. Isso significa que somos mais bem vistos por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como anunciado pela agência de classificação Standard &amp; Poor&#8217;s no meio da tarde de ontem, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/1008084-em-meio-a-crise-mundial-agencia-sp-eleva-nota-de-credito-do-brasil.shtml">o Brasil teve sua nota de crédito elevada de -BBB para BBB</a>. Isso significa que somos mais bem vistos por investidores globais, com maiores chances dos negócios terem sucesso por aqui.</p>
<p>Porém, alguns economistas e especialistas em mercado dizem que a classificação da agência é tardia, uma vez que o Brasil já vem se consolidando economicamente perante seus pares na América Latina, Europa e Ásia desde 2008. A França, país mais bem classificado, passa por turbulências consideráveis há tempos, assim como seus vizinhos da zona do Euro.</p>
<p>E você? Acha mesmo que o Brasil vem cada vez mais se tornando um alvo dos investimentos estrangeiros, mesmo com a ainda alta e criticada taxa de juros?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É possível tornar a construção civil sustentável?</title>
		<link>http://www.asapexec.com.br/2011/11/e-possivel-tornar-a-construcao-civil-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 11:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frederico Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[conscientização]]></category>
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		<description><![CDATA[A preocupação com o meio ambiente vem já de alguns bons anos. No início falava-se de poluir menos, fazer um uso consciente dos recursos naturais. Porém, de todas as formas em que se pensava de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A preocupação com o meio ambiente vem já de alguns bons anos. No início falava-se de poluir menos, fazer um uso consciente dos recursos naturais. Porém, de todas as formas em que se pensava de uma atuação sustentável havia um senão econômico. Ou seja: para poluir menos e fazer o uso consciente dos recursos naturais haveria menores ganhos financeiros.</p>
<p>Conforme o pensamento evoluiu, chegou-se então à conclusão de que era possível ser sustentável na forma de produzir e consumir produtos e serviços. Nascia o termo sustentabilidade, fortemente embasado na manutenção dos impactos positivos de ações mercadológicas no aspecto social, ambiental e econômico.</p>
<p>A cadeia de construção civil movimenta 224 bilhões, o que corresponde a 8,3% do PIB nacional e gera 10 milhões de postos de trabalho*. O mercado de construção civil, muito tira e pouco devolve ao meio ambiente e aos recursos naturais. O setor emprega 75% dos recursos naturais e 44% da energia do país. Tem, portanto, uma grande responsabilidade para com a sustentabilidade. Até muito recentemente, muito pouco havia sido feito além de prédios inteligentes com certificação LEED <em>(Leadership in Energy and Environmental Design)</em>. As ações ficavam muito restritas às obras corporativas e comerciais.</p>
<p>O mercado imobiliário é cada vez mais crescente no Brasil. O país traz um déficit habitacional com fôlego para perdurar ainda uma década, principalmente no segmento econômico. O montante previsto de financiamento deste segmento (consumidores com renda de até 10 salários mínimos) gira em torno de R$ 280 bilhões até 2014*.</p>
<p>Recentemente, percebemos um movimento forte do mercado de construção civil no sentido de criar ações para contribuir com a questão ambiental. O banco mundial, dentre muitas instituições financeiras, apoia empresas sustentáveis e aporta capital naquelas corporações que comprovadamente tiveram ações de viés sustentável.</p>
<p>A gestão dos resíduos durante as obras e o uso consciente da água e da energia durante e após a conclusão das obras é pauta nas empreiteiras e incorporadoras. Prédios que trazem peles de vidro com captação do calor para aquecimento central, vasos sanitários <em>dual-push</em>, captação de água da chuva e/ou dos chuveiros para uso em descargas, acumular energia potencial dos elevadores quando descem para economizar energia elétrica quando sobem. Há muito a ser feito!</p>
<p>Hoje uma nova demanda de talento surge. Empresas de engenharia, incorporadoras, construtoras, empresas de materiais de construção, enfim, toda a cadeia de valor envolvida demanda profissionais com conhecimento na área de sustentabilidade. Os desafios de atrair e reter os melhores talentos para levar a frente estas demandas das empresas é crescente. Você está preparado?</p>
<p><em>*Fonte: Valor Setorial – Construção Civil (página 11, Setembro de 2011)</em></p>
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		<title>A crise na Europa e a (potencial) imigração de talentos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 11:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frederico de Marco Vani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Apesar de esperado, dado o incerto cenário econômico Europeu &#8211; com destaque para os PIIGS (bloco formado por Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha) &#8211; tenho me surpreendido com o número de profissionais estrangeiros, a maioria de Portugal, que nos tem procurado para entender melhor o mercado brasileiro e se há espaços para mudanças em suas carreiras.</p>
<p>Na grande parte dos casos são profissionais com excelentes experiências acadêmicas, fluência em outras línguas e que, assustados com o momento nebuloso de suas economias, enxergam no mercado de trabalho brasileiro, uma oportunidade de crescimento profissional.</p>
<p><a href="http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/employment_unemployment_lfs/data/database">Dados recentes do desemprego da zona do Euro</a> indicam uma taxa de 10,9%, na média, para profissionais entre 20 e 64 anos de idade – índice absolutamente elevado (hoje, no Brasil, esse índice está em 6% da população economicamente ativa). No caso europeu, a análise piora quando alcançamos a camada mais jovem da população &#8211; entre 20 e 24 anos de idade a taxa de desemprego está em 20,5% da PEA.</p>
<p>Esses dados, apesar de disponíveis e conhecidos, embutem um sentimento que ouvimos em todas as entrevistas e que muitas reportagens não relatam: o descrédito desses jovens profissionais europeus com seus países, carreiras e futuro.</p>
<p>Ironia do destino ou não, esse é o cenário que vivemos hoje – o Brasil, com o já famoso “apagão de talentos” e a Europa com uma mão de obra jovem e bem qualificada disponível para o mundo. Será que estamos no início de uma exportação de mão de obra dos países desenvolvidos para os emergentes? O ano de 2012 certamente nos responderá.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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