LinkedinTwitterFacebook

ASAP Recruiting Leaders for the future

Peter Noronha

Consultant

Contraproposta: Aceitar ou Não: Eis a questão!

13/03/2012 - Dicas|Gestão de Pessoas|Mercado

A guerra por talentos é um assunto que está sempre em pauta quando falamos com gestores e Recursos Humanos de empresas.

O fato é que quando há disputa por gente, as propostas de emprego pipocam e trazem oportunidades de crescimento de carreira. Valorizado, o profissional se vê diante de duas opções: aceitar o convite e mudar de empresa, ou ouvir a contraproposta do chefe e ficar, com algum ganho.

Em 2011, em uma pesquisa realizada pela Asap, foi verificado que 82% dos profissionais receberam uma proposta de emprego ( http://www.asapexec.com.br/imprensa/ler/2011/07/oito-em-cada-dez-profissionais-tem-oferta-de-emprego ). Esse ano, recentes pesquisas, divulgadas na mídia,  ressaltam que 69% de profissionais  recebem uma contraproposta ao informar sua saída da empresa.

Negociar o passe oferece riscos e entender quais são eles pode ajudar você a fazer a melhor opção para sua carreira.

Se você está diante dessa situação, pense nos seguintes pontos:

  • Não utilize o convite para cogitar aumento salarial ou promoção em sua atual empresa. Esta postura pode comprometer sua credibilidade internamente e também no mercado;
  • Não espere surgir um convite para evoluir na carreira. Cuidar do seu desenvolvimento profissional deve ser tarefa habitual. Converse com seu chefe, alinhe suas expectativas, deixe claro suas conquistas e resultados na atual função e juntos planeje seu futuro profissional na organização;
  • Ao aceitar uma nova proposta, considere ganhos, além dos financeiros A exposição à gestão de pessoas, atuação em um novo segmento/área e a possibilidade de carreira internacional. Isso poderá ajudá-lo a construir uma carreira sólida e, consequentemente, estimular ganhos financeiros.

Se você só é reconhecido quando decide assumir novos desafios você deve questionar o seu real valor na atual empresa.  Em muitos casos, a contraproposta não soluciona sua insatisfação e isso pode somente mascarar a necessidade de mudança ou pode adiar uma decisão que em breve irá acontecer.

 Pense nisso e lembre-se: correr riscos calculados às vezes é essencial para crescer!

Um abraço,


TAGS: - , , ,

Brasil vive o boom da média gerência

07/03/2012 - Economia|Gestão de Pessoas|Mercado|Profissões

O desenvolvimento da média gerência – ou como costumamos chamar no jargão corporativo, entry-level, é cada vez mais estratégico para o crescimento do país. O bom momento econômico e os investimentos internos e externos no Brasil estão criando um campo sem precedentes para o desenvolvimento profissional.

O mundo corporativo possui uma demanda por talentos tão grande que alguns setores já enfrentam uma espécie de “apagão de talentos” – e esse apagão é bom, pois é consequência direta da alavancagem da economia brasileira e prova de como nosso país está se tornando referência mundial em bons executivos.

Além de bons executivos, o Brasil é hoje um celeiro de oportunidades, ou seja, profissionais de todo o mundo investem e procuram espaço nas empresas brasileiras.

Os talentos inseridos no mercado prezam por qualidade de vida, bons ambientes de trabalho, clareza de metas e sustentabilidade dos negócios para, então, se comprometerem de fato. Logo, estão longe do perfil workaholic e não vivem somente em função dos negócios. Porém, é importante salientar que esses são profissionais que gostam da cultura de resultado. São jovens que demonstram possuírem valores diferentes dos originados na geração baby boomers ou yuppies.

Observando a economia dos países europeus, está claro que “crise” é a palavra do momento. O ritmo de crescimento brasileiro, no entanto, se opõe e demonstra agilidade. Novas plantas industriais são desenhadas e construídas, antigas empresas resgatam os chãos de fábrica ociosos e ampliam os níveis de produção. Podemos enumerar uma série de tendências que demandam engajamento de jovens executivos e que oferecem um momento ímpar de crescimento na carreira: além dos fortes investimentos da indústria pesada, de óleo e gás, temos projetos de renovação portuária e perspectivas de dois grandes eventos esportivos no país nos próximos anos.

Não à toa, os bons recrutadores de executivos estão se deparando com a euforia das empresas, ávidas por profissionais prontos, capazes de assimilar com rapidez as necessidades, que não exijam muito tempo de treinamento, e que estejam dispostos a abraçar a cultura organizacional de quem os recebe. Há inúmeras empresas que demandam profissionais e, muitas vezes, esses talentos são difíceis de serem encontrados não só pelas competências técnicas, mas também comportamentais, culturais e de experiência de vida.

A indústria de petróleo é um caso ícone. Faltam profissionais das mais diversas funções e, para não perderem o ritmo de desenvolvimento, essas empresas estão investindo em qualificação e cursos para preparar essa mão de obra. Esse treinamento, além de capacitar os profissionais, resulta em uma ótima forma de retenção, ao passo que esses talentos se sentem motivados a permanecer em uma empresa que investe e se preocupa com sua formação.

O desafio é achar o executivo perfeito, pois uma boa seleção exige pesquisa, pragmatismo, tempo e um profundo conhecimento do negócio da empresa contratante por parte do recrutador de talentos. Se uma das partes fica parcialmente satisfeita, nada feito; candidato e empresa devem ser considerados de forma equivalente. Podemos ter orgulho dos talentos made in Brasil, pois logo eles serão (em muitos casos já os são) globais.

Após a contratação, o fundamental é, além de investir em políticas de retenção, motivar esse profissional com novas obrigações, ao mesmo tempo em que o treina para novos cargos e funções. As empresas devem estar dispostas a enxergar o potencial desse candidato e seu alinhamento cultural, e não se limitar aos currículos e aos itens que podem atender ou não aos requisitos da posição.

Um abraço,

Dudu


TAGS: - , , , , , , , , ,

Karim Warrak

Associate Director

Arrogância é um defeito?

02/03/2012 - Gestão de Pessoas|Profissões

Oi pessoal,

Há alguns meses, fiz exatamente este questionamento para um colega de profissão que trabalha em outra Consultoria, ao perceber um forte tom de arrogância ao comentar sobre o seu trabalho. E a resposta foi: Depende da situação.

Acredito em uma única resposta para esta questão: Arrogância é sim um grande defeito. E a resposta do meu colega me fez pensar sobre o perfil dos Consultores de Executive Search no Brasil.

O mercado de Executive Search no país é ainda muito novo e imaturo. É comum as Consultorias contratarem profissionais de outros setores da economia que não possuem experiência no business para atuarem no recrutamento e seleção para seus clientes.

Encontramos então, muitos jovens em fase de aprendizado que estão em contato com ótimas oportunidades de trabalho. E com o objetivo de demonstrar sofisticação e conhecimento de mercado, muitos Consultores acabam apresentando certa dose de arrogância em seu comportamento.

O nosso trabalho é constituído de interação e relacionamento interpessoal e precisamos nos relacionar da melhor maneira possível com as pessoas. Lidamos com sentimentos de realização, frustração, força e fraqueza daqueles que confiam o histórico de suas vidas profissionais e pessoais a nós, Consultores de Executive Search.

Devemos alinhar sofisticação e conhecimento, que são características positivas do nosso mercado, com simplicidade e transparência. A arrogância é uma caracteristica totalmente contrária ao que precisamos para ter sucesso em nossa profissão.

 Abraços a todos e até a próxima,

 Karim


TAGS: - , , , , ,

Rafael Meneses

Regional Managing Partner

Um Rio acima do nível do mar

16/02/2012 - Economia|Mercado|Profissões

Muito se fala que o Brasil é um país em expansão econômica e que também ocupa a posição de “bola da vez” no cenário mundial. Não há como discordar disso, e cabe a nós brasileiros aproveitarmos este momento e ajudar que nosso país evolua de potencial à potência.

Dentro deste contexto, o Estado do Rio de Janeiro, segunda maior economia do Brasil, vem também ganhando cada vez mais importância, buscando construir uma economia diversificada e atraindo um enorme montante de investimentos em vários setores. Além de ser uma realidade, tal diversificação passa a ser essencial, uma vez que com a aprovação da redistribuição dos royalties petrolíferos, os estados produtores perderão na casa de R$ 1 Bilhão de 2011 para 2012. Portanto, a economia fluminense precisará se reinventar definitivamente. Possível? Sinceramente entendo que sim… Aliás, se há um momento melhor para virar esta chave, entendo que seja agora.

Desde meados dos anos 90, a economia relacionada à extração de petróleo e gás no Rio de Janeiro cresceu mais de 1.000% e como resultado disso, o índice de geração de empregos no Estado teve um aumento significativo. O que vem dificultando o preenchimento dessas vagas é a especialização que o setor exige do profissional.

Mas se na última década as empresas do setor de Óleo e Gás conseguiram atrair a atenção dos executivos com propostas de trabalho muito boas (tanto em termos financeiros como em desenvolvimento de carreira), neste momento começam a surgir dificuldades de atratividade. Nos últimos meses tenho observado com relativa frequência que grande parte das empresas do setor tem oferecido propostas abaixo da expectativa dos candidatos.  É uma espécie de contragolpe por parte daqueles que durante algum (e bom)  tempo se tornaram “saco de pancadas” nesta briga e dentre estes, destacamos os setores de Mineração, Siderurgia, Construção, Auto-Peças, Bens de Capital, Shopping Centers, Farmacêuticas e até mesmo Instituições Financeiras.

É importante dizer que em Janeiro de 2012, o escritório fluminense da Asap obteve um resultado 60% maior que o mesmo período de 2011. Contribuíram efetivamente para este resultado, além de óbvias empresas do setor de O&G, clientes dos setores de Construção, Shopping Centers, Logística, Seguradoras, Cosméticos, Instituições Financeiras, Telecomunicações (que vive novamente um boom de investimentos) e Turismo.

Esta diversificação é uma tendência que devemos observar ao longo dos próximos anos, já que estudos apontam que os investimentos no Estado devem ser da ordem de R$ 250 bilhões até 2016, quando ocorrerão os Jogos Olímpicos. Além de empreendimentos turísticos por todo o Rio, temos no radar ampliação de rodovias, inauguração de plantas automotivas, dragagem de importantes portos, abertura de estaleiros, siderúrgicas, complexos petroquímicos, inauguração de novas linhas do metrô e grandes complexos esportivos. Acompanhando todo este movimento, vem a reboque o investimento na infraestrutura necessária que suportará todas estas ações.

Dito isto, ainda há alguma dúvida que realmente existe um Rio acima no nível do mar? Para mim, não!

Um abraço,


TAGS: - , , , , ,

Karine Ruas

Consultant

Não empurre sua carreira com a barriga!

10/02/2012 - Profissões

Olá pessoal,

Em conversas com profissionais que retornaram da licença maternidade, os questionamentos, inseguranças são sempre muito parecidos. Muitas mulheres adiam a maternidade pensando na carreira, no sucesso profissional.  Mas acreditem! É possível encontrar o equilíbrio!

Fácil não é e falo por experiência.  Hoje, como mãe, sou uma pessoa melhor.  Aprendi a ser mais tolerante, corajosa, flexível, organizada, administro melhor meu tempo. Tudo que faço é com intensidade, não posso perder tempo. Ele é precioso.

Ah! Não consigo fazer tudo sozinha, aprendi também a pedir ajuda e ela é sempre muito bem vinda!

Enfim muita coisa mudou, e mudou para melhor!  E estas mudanças refletem de maneira positiva na minha vida profissional. Posso ser mãe, mulher e profissional! Há momentos que parece que vou enlouquecer, mas no final tudo dá certo, sempre tem uma solução. Flexibilidade e compreensão do local que trabalhamos também são fundamentais para que tudo dê certo!

Acho bacana e respeito mulheres que optam e podem parar de trabalhar para dedicar-se a maternidade, mas não me vejo abrindo mão da minha carreira. Sou muito feliz exercendo meus diversos papéis!

Por isso, acreditem!  É possível conciliar a maternidade e uma carreira de sucesso

Abraços,


TAGS: - , , , ,

Cintia Santos

Associate Director

Mercado Automotivo: Engenheiros, o que vem pela frente?

06/02/2012 - Dicas|Economia|Profissões

 

Ouvimos diariamente de nossos candidatos que o mercado está aquecido.

Ao questionarmos sobre a participação em projetos, muitos relatam atuar em mais de dois processos seletivos concomitantemente. Porém, notamos cada vez mais a ausência de mão de obra capacitada e bem desenvolvida para o segmento automotivo.

 

Não é novidade que durante anos nossos Engenheiros foram atraídos por outros segmentos, como Bens de Consumo, Indústrias Farmacêuticas, ou mesmo Mercado Financeiro e Consultorias. A questão vai além de como podemos formar uma mão de obra capacitada, mas para onde eles estão indo?

 

Isto nos remete a uma realidade mais impactante de que o mercado está aquecido. Nossa economia está prosperando e sendo alvo de investimento de diversos continentes. Mas o que isso quer dizer? Quando se trata do segmento automotivo, englobando montadoras e auto peças, temos um cenário próspero e com um cenário que nos leva a uma rede propulsora de investimentos. As montadoras, que até então eram importadoras, estruturam a instalação e/ou a possibilidade de fábricas no Brasil, com leis de incentivos tributários, assim cresce o investimento na ampliação de produção de auto peças para abastecer estas linhas de produção.

 

Deste crescimento, 70% dos investimentos do segmento automotivo será oriundo das montadoras. Esse grau de investimento puxa por sua vez o mercado de reposição, que representa 14,7%, tendo em vista a perspectiva  de que os produtos desenvolvidos por estas montadoras precisaram de peças que componham o mercado de peças direcionadas a esta frota. Esta formulação favorece o mercado nacional diminuindo o volume de importações. O consumidor, por sua vez, terá acesso a produtos menos tributados e com qualidade semelhante e/ou até mesmo superior. (Fonte: Tendência – Consultoria Integrada e Carta da Anfavea)

 

Como desenvolver essas novas tecnologias? Como contratar profissionais que sustentem tais investimentos e propaguem boas práticas de mercado? Precisamos ser competitivos em tecnologia, em mão de obra e em sustentabilidade deste crescimento!

 

Além do aumento de investimentos, incentivo tributário, temos a adequação a novas normas de políticas ambientais, neste sentido investe-se na modernização da produção, na adequação dos automóveis as novas condições de emissão de poluentes. Por isso pessoal, fiquem atentos ao que nossos clientes buscam: profissionais pró ativos, com espírito inovador, boa formação, um “quê” empreendedor. E por fim, é claro: Não deixe de investir no inglês!

 

Abraços,

Contribuição: Ingrid Marquardt de Araújo – Researcher


TAGS: - , , ,

Encontre no blog

Arquivo

Conheça nossa página no Linkedin