Rafael Meneses
Regional Managing Partner
16/02/2012 - Economia|Mercado|Profissões
Muito se fala que o Brasil é um país em expansão econômica e que também ocupa a posição de “bola da vez” no cenário mundial. Não há como discordar disso, e cabe a nós brasileiros aproveitarmos este momento e ajudar que nosso país evolua de potencial à potência.
Dentro deste contexto, o Estado do Rio de Janeiro, segunda maior economia do Brasil, vem também ganhando cada vez mais importância, buscando construir uma economia diversificada e atraindo um enorme montante de investimentos em vários setores. Além de ser uma realidade, tal diversificação passa a ser essencial, uma vez que com a aprovação da redistribuição dos royalties petrolíferos, os estados produtores perderão na casa de R$ 1 Bilhão de 2011 para 2012. Portanto, a economia fluminense precisará se reinventar definitivamente. Possível? Sinceramente entendo que sim… Aliás, se há um momento melhor para virar esta chave, entendo que seja agora.
Desde meados dos anos 90, a economia relacionada à extração de petróleo e gás no Rio de Janeiro cresceu mais de 1.000% e como resultado disso, o índice de geração de empregos no Estado teve um aumento significativo. O que vem dificultando o preenchimento dessas vagas é a especialização que o setor exige do profissional.
Mas se na última década as empresas do setor de Óleo e Gás conseguiram atrair a atenção dos executivos com propostas de trabalho muito boas (tanto em termos financeiros como em desenvolvimento de carreira), neste momento começam a surgir dificuldades de atratividade. Nos últimos meses tenho observado com relativa frequência que grande parte das empresas do setor tem oferecido propostas abaixo da expectativa dos candidatos. É uma espécie de contragolpe por parte daqueles que durante algum (e bom) tempo se tornaram “saco de pancadas” nesta briga e dentre estes, destacamos os setores de Mineração, Siderurgia, Construção, Auto-Peças, Bens de Capital, Shopping Centers, Farmacêuticas e até mesmo Instituições Financeiras.
É importante dizer que em Janeiro de 2012, o escritório fluminense da Asap obteve um resultado 60% maior que o mesmo período de 2011. Contribuíram efetivamente para este resultado, além de óbvias empresas do setor de O&G, clientes dos setores de Construção, Shopping Centers, Logística, Seguradoras, Cosméticos, Instituições Financeiras, Telecomunicações (que vive novamente um boom de investimentos) e Turismo.
Esta diversificação é uma tendência que devemos observar ao longo dos próximos anos, já que estudos apontam que os investimentos no Estado devem ser da ordem de R$ 250 bilhões até 2016, quando ocorrerão os Jogos Olímpicos. Além de empreendimentos turísticos por todo o Rio, temos no radar ampliação de rodovias, inauguração de plantas automotivas, dragagem de importantes portos, abertura de estaleiros, siderúrgicas, complexos petroquímicos, inauguração de novas linhas do metrô e grandes complexos esportivos. Acompanhando todo este movimento, vem a reboque o investimento na infraestrutura necessária que suportará todas estas ações.
Dito isto, ainda há alguma dúvida que realmente existe um Rio acima no nível do mar? Para mim, não!
Um abraço,
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- Economia, empregos, especialização, Petróleo e Gás, Rio de Janeiro, royalties petrolíferos
10/02/2012 - Profissões
Olá pessoal,
Em conversas com profissionais que retornaram da licença maternidade, os questionamentos, inseguranças são sempre muito parecidos. Muitas mulheres adiam a maternidade pensando na carreira, no sucesso profissional. Mas acreditem! É possível encontrar o equilíbrio!
Fácil não é e falo por experiência. Hoje, como mãe, sou uma pessoa melhor. Aprendi a ser mais tolerante, corajosa, flexível, organizada, administro melhor meu tempo. Tudo que faço é com intensidade, não posso perder tempo. Ele é precioso.
Ah! Não consigo fazer tudo sozinha, aprendi também a pedir ajuda e ela é sempre muito bem vinda!
Enfim muita coisa mudou, e mudou para melhor! E estas mudanças refletem de maneira positiva na minha vida profissional. Posso ser mãe, mulher e profissional! Há momentos que parece que vou enlouquecer, mas no final tudo dá certo, sempre tem uma solução. Flexibilidade e compreensão do local que trabalhamos também são fundamentais para que tudo dê certo!
Acho bacana e respeito mulheres que optam e podem parar de trabalhar para dedicar-se a maternidade, mas não me vejo abrindo mão da minha carreira. Sou muito feliz exercendo meus diversos papéis!
Por isso, acreditem! É possível conciliar a maternidade e uma carreira de sucesso
Abraços,
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- carreira, equilíbrio, maternidade, Mudanças, profissionais
Cintia Santos
Associate Director
06/02/2012 - Dicas|Economia|Profissões
Ouvimos diariamente de nossos candidatos que o mercado está aquecido.
Ao questionarmos sobre a participação em projetos, muitos relatam atuar em mais de dois processos seletivos concomitantemente. Porém, notamos cada vez mais a ausência de mão de obra capacitada e bem desenvolvida para o segmento automotivo.
Não é novidade que durante anos nossos Engenheiros foram atraídos por outros segmentos, como Bens de Consumo, Indústrias Farmacêuticas, ou mesmo Mercado Financeiro e Consultorias. A questão vai além de como podemos formar uma mão de obra capacitada, mas para onde eles estão indo?
Isto nos remete a uma realidade mais impactante de que o mercado está aquecido. Nossa economia está prosperando e sendo alvo de investimento de diversos continentes. Mas o que isso quer dizer? Quando se trata do segmento automotivo, englobando montadoras e auto peças, temos um cenário próspero e com um cenário que nos leva a uma rede propulsora de investimentos. As montadoras, que até então eram importadoras, estruturam a instalação e/ou a possibilidade de fábricas no Brasil, com leis de incentivos tributários, assim cresce o investimento na ampliação de produção de auto peças para abastecer estas linhas de produção.
Deste crescimento, 70% dos investimentos do segmento automotivo será oriundo das montadoras. Esse grau de investimento puxa por sua vez o mercado de reposição, que representa 14,7%, tendo em vista a perspectiva de que os produtos desenvolvidos por estas montadoras precisaram de peças que componham o mercado de peças direcionadas a esta frota. Esta formulação favorece o mercado nacional diminuindo o volume de importações. O consumidor, por sua vez, terá acesso a produtos menos tributados e com qualidade semelhante e/ou até mesmo superior. (Fonte: Tendência – Consultoria Integrada e Carta da Anfavea)
Como desenvolver essas novas tecnologias? Como contratar profissionais que sustentem tais investimentos e propaguem boas práticas de mercado? Precisamos ser competitivos em tecnologia, em mão de obra e em sustentabilidade deste crescimento!
Além do aumento de investimentos, incentivo tributário, temos a adequação a novas normas de políticas ambientais, neste sentido investe-se na modernização da produção, na adequação dos automóveis as novas condições de emissão de poluentes. Por isso pessoal, fiquem atentos ao que nossos clientes buscam: profissionais pró ativos, com espírito inovador, boa formação, um “quê” empreendedor. E por fim, é claro: Não deixe de investir no inglês!
Abraços,
Contribuição: Ingrid Marquardt de Araújo – Researcher
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- Engenheiros, Investimentos, Mão de Obra, Mercado Automotivo
Ricardo Haag
Managing Partner
13/01/2012 - Economia|Mercado|Profissões
Olá pessoal,
Com extrema frequência o Rio Grande do Sul é considerado para receber investimentos externos. Contudo, infelizmente com muito pouca frequência eles se concretizam.
Li recentemente, que estamos pouco competitivos com relação a outros estados no que se refere a incentivos fiscais. Nossa arrecadação de ICMS é deficitária e com as perspectivas de quebra de safra o cenário é nebuloso.
Todavia, o nada a gente já tem!
O ponto de vista, e a vista de um ponto, e no ponto que estou, vejo ser muito mais vantajoso manter a arrecadação deficitária com uma grande fábrica instalada do que manter a arrecadação deficitária sem uma grande fábrica instalada.
É preciso levar em consideração o efeito multiplicador da renda e do emprego que os investimentos proporcionam.
A arrecadação tributária tende a ser compensada, de outras formas, com aumento do consumo, serviços, etc. O melhor exemplo que temos é o complexo da GM. O Paraná que há anos atrás se posicionou de maneira agressiva atraiu empresas como Volvo, Audi, Volksvagem, Nissan, Renault, Electrolux, Bosch, Case New Holand, entre outras. Recentemente o PIB paranaense superou o gaúcho!
Mas tem um agravante: além de atrairmos poucos investimentos, uma série de empresas sediadas no Estado buscam outras regiões para instalarem suas operações! As razões são várias, dentre elas, a falta de mão de obra qualificada e acreditem: não falamos inglês!!!
Desta forma, o País Rio Grande do Sul, como gostamos de nos denominar, está de fato se tornando apartado do resto do Brasil!
Enquanto o Brasil cresce, ficamos parados no tempo!
Um abraço,
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- arrecadação tributária, incentivos fiscais, Investimentos, Paraná, Rio Grande do Sul
11/01/2012 - Comemorar|Mercado|Novidades|Profissões
Olá pessoal,
Feliz 2012!
Fechamos o ano de 2011 com grandes resultados. Isso mostra que a economia aquecida manteve o investimento das empresas em capital humano. Para 2012, nossa previsão de crescimento é de 38%.
As contratações tiveram maior destaque na Indústria (39%), seguida de Mercado Financeiro(32%), Bens de Consumo (16%) e TI/Telecom (12%). Percebemos que as empresas buscaram um perfil mais arrojado, empreendedor, cabendo a esses profissionais o desafio de implementar novas estratégias nas companhias em uma economia cada vez mais demandante. E essa caracteristica deve se acentuar em 2012!
Em 2011, inauguramos mais duas operações e chegamos a nove escritórios: São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Vitória. São Paulo lidera os projetos, seguido pelo Rio de Janeiro. Nossa capilaridade é essencial para entendermos a realidade de cada mercado e o perfil dos profissionais de cada região. A troca de informações das regionais ajuda a entregarmos o que as empresas buscam.
Entre as posições de destaque, a Engenharia continua como o grande desafio do mercado. De 2010 para 2011, registramos um crescimento de 75% na demanda por estes profissionais, para atuação em diferentes áreas como Bens de Consumo, Indústria, Infraestrutura, TI e Telecom. Executivos da área de tecnologia também foram muito requisitados, e o Mercado Financeiro foi onde surgiram as maiores oportunidades. Ainda no Mercado Financeiro, Bancos Comerciais tiveram uma grande demanda no segmento de média gerência, respondendo por 85% dos nossos projetos.
Começamos o ano muito otimistas e com a certeza que teremos muitas razões para celebrar!
Abraços,
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13/12/2011 - Comemorar
Nós da Asap temos uma mensagem para você !
Acesse http://www.youtube.com/watch?v=gtQAljTRRDY
Abraços,
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